Olá povo Deus!
Semana
abençoada para todos.
Bora
lá ao tópico de hoje: A Palestina na época de Jesus.
Quando
ouvimos a palavra Palestina, o que vem a nossa mente é guerra, atentados, morte
e choro, muito choro.
A
Palestina deriva de uma colcha de retalhos políticos-religiosos, onde os únicos
prejudicados são o povo. O povo da época de Jesus.
Você
sabia que essa região é o berço do Cristianismo? Não!!! Pois é. Esse lugar
sofre com invasões, guerrilhas, guerras e atentados a milhares de anos e, é difícil
enxergarmos com nossos olhos humanos um final feliz.
Mas,
vamos lá. Feche seus olhos e tente visualizar uma terra sendo dividida várias e
várias vezes, esta é a Palestina.
O
nome Palestina tem várias origens e significados, em árabe: فلسطين, transliterado:
Filasṭīn; em hebraico: פלשתינה; em grego: Παλαιστίνη, transliterado: Palaistinē,
e em latim: Palæstina; é a denominação histórica dada pelo Império Romano a
partir de um nome hebraico bíblico, a uma região do Oriente Médio situada entre
a costa oriental do Mediterrâneo e as atuais fronteiras ocidentais do Iraque e Arábia
Saudita, hoje compondo os territórios da Jordânia e Israel, além do sul do Líbano
e os territórios da Faixa de Gaza e Cisjordânia.
A área correspondente à Palestina até 1948 encontra-se hoje dividida em três partes: uma parte integra o Estado de Israel; outra a atual Jordânia e duas outras (a Faixa de Gaza e a Cisjordânia), de maioria de árabes palestinos, deveriam integrar um estado palestino a ser criado – de acordo com a lei internacional, bem como as determinações das Nações Unidas, o Reino Unido.
Em 1967, a Faixa de
Gaza e a Cisjordânia foram conquistadas por Israel ao Egito e à Jordânia respetivamente,
após a Guerra dos Seis Dias. E posteriormente Gaza em 2005 foi entregue à
Autoridade Palestina, já a Cisjordânia (Judeia e Samaria) possui partes de
territórios soberanos palestinos e parte de territórios com habitantes
israelenses estabelecidos na conquista do território.
Há alguns anos, porções dispersas dessas duas áreas foram oferecidas por Israel e passaram a ser administradas pela Autoridade Palestina, mas, devido aos ataques violentos dos palestinos, esses territórios e sua população estão sob constante observação.
A população palestina dispersa pelos países árabes em campos de refugiados, ou situados nos territórios de Gaza e Cisjordânia, é estimada em 5 milhões de pessoas.
Desde 2018, uma campanha encabeçada pela ONU, tenta
levantar fundos para os refugiados da Palestina.
Assim
está hoje a Palestina. E no tempo de Jesus? Vejamos:
Na época de Jesus a Palestina era um lugar de miscigenação social, religiosa e política. Era governada por Roma.
A agricultura era desenvolvida ainda de forma
muito rudimentar, em Jerusalém os sacerdotes judeus ofereciam sacrifícios ao Senhor
de Israel e, a cinquenta quilômetros dali, em Sebaste, sacerdotes pagãos
ofereciam sacrifícios para o deus romano Júpiter.
Os judeus eram apenas a metade da população da Judeia, tinham aversão aos seus dominadores, e detestavam as praticas pagãs em sua pátria.
Os romanos eram
detentores de um modo de vida promíscuo e odiado pelos habitantes, pois eles
introduziram a cultura helênica (grega), que já havia sido trazida
anteriormente pelos sírios séculos antes. Todos os filhos de Abraão desprezavam
seus dominadores, discordando apenas quanto a maneira de opor-lhes resistência.
Séculos antes, os profetas de Israel haviam anunciado um dia em que o Senhor livraria seu povo dos conquistadores pagãos e estabeleceria seu reino sobre toda a terra.
Naquele dia, Ele enviaria um soberano ungido, um messias, para por fim ao mundo corrupto do presente e substituí-lo por um paraíso eterno.
Ele
ressuscitaria os mortos e julgaria suas ações neste mundo, e os ímpios seriam
unidos, mas os justos seriam recompensados coma vida eterna no reino de Deus.
Segundo o livro de Daniel e outros escritos judaicos populares, o reino do Senhor seria estabelecido somente após uma batalha cósmica final entre as forças do bem e do mal.
Ela terminaria com a destruição da ordem mundial existente e a criação de
um reino sem fim (Dn.7:13-22). Essa crença, juntamente com ideias sobre a
ressurreição dos mortos e juízo final, fazia parte da fé judaica popular na
época de Jesus.
A
partir daí e, contra a dominação romana, facções judaicas foram surgindo, cada
uma delas com sua interpretação do momento. Nesse momento, também, surge o
Senhor Jesus.
=====Até nosso próximo encontro===================
Onde
vamos falar um pouco desses grupos ou facções como foram chamados, suas características sociais, religiosas e políticas.
Lembrando a todos que nosso trabalho de estudo está baseado no livro "História do Cristianismo" de Bruce L. Shelley e revisado por R. L. Hatchett da Editora Thomas Nelson Brasil, Rio de Janeiro, 2020.

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